Por Jorge Moraes
O Picanto chegou ao Brasil com uma proposta diferente dos demais carros pequenos. Primeiro ofereceu a transmissão automática em um carro compacto com motor de mil cilindradas. Depois provocou os nacionais e mostrou que seu acabamento interno dá um banho na concorrência. A montadora utiliza texturas vivas, cores fortes, que mostram um interior alegre, divertido, jovem.
O próximo passo da Kia foi investir em um leque de cores que sai do tradicional prata e preto. O Picanto é vida, tem nome sugestivo e a versão 2008 passou por um generoso face-lift. Que tal prová-lo? O manual 1.0 custa R$ 34,9 mil enquanto o automático 1.1 litro sai por R$ 40,9 mil. A garantia é seu principal atrativo: cinco anos e dez contra perfuração na chapa.
Espaço, economia e um certo status. O Kia exibe versatilidade e atualização mantendo o compromisso da fábrica na Coréia do Sul (que usa o centro de estilo da Alemanha) de firmá-lo cada vez mais no mercado. O importador manteve o preço do veículo que vemquase completo. Só falta o ABS.
Ar condicionado, direção assistida, trio elétrico, rodas de liga-leve, MP3 player, farol de neblina, limpador e desembaçador, aerofólio traseiro e saias laterais. O mais novo mimo é a regulagem de altura do volante que tem assistência elétrica e revestimento em couro, assim como a manopla do câmbio. O painel é bem desenhado e na estrutura interna não falta nada. Quatro pessoas vão confortavelmente.
